COMUNICAÇÃO E BOAS MANEIRAS NA PREGAÇÃO E NO ENSINO

Iran Bernardes da Costa

Depois de sobrevivência física, a comunicação entre as pessoas é a mais básica das necessidades humanas. A comunicação interpessoal é indispensável, tanto para o atendimento às necessidades físicas como às sociais e espirituais.

Quanto à comunicação “das virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”, sabemos de estudos anteriores, que só o próprio Deus pode fazer. Deus, como pai, por exemplo, para expressar “o grande amor com que nos amou”, faz a revelação de si mesmo através da “loucura da pregação”. Como vimos em Romanos 10, para que haja salvação, toda uma cadeia de meios é empregada no processo, inclusive a instrumentalidade do homem, como pregador/facilitador, ou comunicador. A pregação e o ensino sob esse ponto de vista podem ser classificados como Arte, que é a ciência do fazer.

A pregação e o ensino como tais são jun juntos, o instrumento de Deus para, não só comunicar à criatura – tornar comum a outrem o que antes era particular – os seus valores, mas também disponibilizá-los, e, ao mesmo tempo, solicitar uma resposta do homem/receptor. Para isso a comunicação precisa ser feita levando-se em conta os princípios da economia, ou seja, com o mínimo de desperdício e o máximo de aproveitamento. Hoje vivemos uma época de uso impróprio dos recursos da comunicação, para não dizer, abuso. São textos mal redigidos, mensagens mal transmitidas, solicitações obscuras, declarações que nada declaram, são alguns exemplos da nossa pobre comunicação como pregadores/facilitadores. Com uma comunicação mais inteligente e racional, utilizando recursos da comunicação, o comunicador fará muito mais e com mais arte, beleza e economia, obtendo melhores resultados.

Comuniadores há que “falam apenas por falar”, ignoram a existência do poder do princípio sacramental da boa comunicação. Temos que falar, não para “sonorizar”, mas para realizar algo concreto. “Falar por falar” dá em nada. Às vezes a própria pregação é como uma árvore que só tem folhas, e nenhum fruto. Não acontece. A pregação foi designada por Deus para gerar realidades tangíveis, fazendo algo acontecer no universo, tanto físico como espiritual, como declara o Senhor em Isaias 55:11:

Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.

Temos que tomar cuidado para não empregamos linguagem estéril, que não produz nada no universo; não devemos enfeitar nossa “mensagem” com um linguajar fútil, dispersivo, confuso e expressões vulgares. Nunca deixar nossas sentenças em aberto, o que priva a Palavra de agir e criar as realidades que deveriam ser criadas. Não fazer alusões vagas, tímidas e indiretas. “O mundo” não pode, nem compreender, nem responder, convenientemente a tais verbalizações.

Jesus é o exemplo do bom comunicador. Imagine Jesus, diante de um auditório, dirigindo-lhe a palavra, nestes termos: “É… bem… eu… gostaria de…é… de pedir que todos os que estiverem cansados estivessem vindo a mim”. Nunca! Ele diria, como de fato disse: “Vinde a mim todos vós que estais cansados”. Sua comunicação é direta, precisa, incisiva, cortez, viva.

 Vamos nesse capítulo, abordar maneiras de comunicação que devem ser evitadas, as quais chamamos de “Panelas de Morte”.

Morte na Panela

Voltou Eliseu para Gilgal. Havia fome naquela terra, e, estando os discípulos dos profetas assentados diante dele, disse ao seu moço: Põe a panela grande ao lume e faze um cozinhado para os discípulos dos profetas. Então, saiu um ao campo a apanhar ervas e achou uma trepadeira silvestre; e, colhendo dela, encheu a sua capa de colocíntidas; voltou e cortou-as em pedaços, pondo-os na panela, visto que não as conheciam. Depois, deram de comer aos homens. Enquanto comiam do cozinhado, exclamaram: Morte na panela, ó homem de Deus! E não puderam comer. Porém ele disse: Trazei farinha. Ele a deitou na panela e disse: Tira de comer para o povo. E já não havia mal nenhum na panela (2 Reis 4:38-41).

Mesmo que, praticamente, toda a nação de Israel tenha se apostatado, voltando-se para os ídolos, ainda ficou um remanescente fiel, de sete mil que não dobraram seus joelhos a baal. Esses grupos remanescentes costumavam se organizar em escolas de profetas, como vemos no caso em Gilgal. Essas escolas de profetas eram semelhantes a seminários, onde os estudantes se vulnerabilizavam aos pés dos seus mestres. Em Israel havia pelo menos três escolas. Foi nessa de Gilgal que houve o episódio de cozinharem uma erva venenosa, e a operação de milagre tornando saudável a comida, ao adicionar a farinha.

Elizeu estivera na casa da Sunamita, onde recebeu uma substancial refeição, e, agora está de volta a Gilgal, onde prevalecia grande fome. Esse profeta era comprometido com aquela casa de profetas e não queria deixar seus alunos sem comida. Foi nesse contexto que tiveram a ideia de irem ao campo em busca de alguma erva que lhes servisse de alimento.

Esse contexto nos lembra que, como ministros da Palavra – diáconos, servos, despenseiros – é nosso papel alimentar os que nos foram confiados. Incumbe a cada um de nós, servir a mais saudável alimentação aos famintos que nos cercam.

Podemos imaginar o quadro. Um ambiente onde os discípulos tomavam suas refeições, recebiam as ministrações dos profetas, e se fortaleciam para o ministério.

Tomamos essa tremenda estória como uma metáfora para ilustrar o que pretendemos apresentar sobre boas maneiras e os relevantes cuidados que devemos tomar como ministros da Palavra de Deus.  

Para que o comunicador cristão possa ser bem-sucedido e, ainda não causar dano a seus interlocutores, é preciso associar alguns critérios, por exemplo:

 Submissão ao Senhor

 Total compromisso com a excelência

 O melhor e mais completo domínio da matéria a ser apresentada

 Controle emocional, domínio sobre seus impulsos

Infelizmente, poucos procuram essas recomendações; pior ainda, nem se preocupam com essas virtudes.

Por vezes, o ministro da Palavra, seja ele pastor, professor ou facilitador, ministro de louvor, se envolve em situações, como banalidades, futilidades, falta de objetivos, desvios de propósito, e, até colocações vexatórias. Quando se dão conta de quão longe ficou seu alvo, é tarde demais. Alguns fatores contribuem para que esse comunicador seja assim envolvido em tais modos de agir à frente de seu público. Veja alguns:

 A pressão do dia-a-dia – agenda assoberbada

 Mudanças repentinas e inesperadas na sua rotina

 Falta de disciplina pessoal em observar as prioridades

 Pobre administração do tempo

 Baixo nível de preparação 

 Inabilidade em guardar-se da tentação de “viajar” fora do script

 As infelizes improvisações

 Baixa consciência da nobreza e do respeito que seus ouvintes merecem. 

“Seu público só crescerá em nobreza à medida que você for nobre em suas maneiras na comunicação”.

Quatro “panelas de morte” a evitar na comunicação Ministerial

Alguns textos bíblicos de advertência

O SENHOR Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos.[1]

O profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a minha palavra fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? – Diz o SENHOR.[2]

Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração. O homem bom tira do tesouro bom coisas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira coisas más.[3]

E tu, ó Timóteo, guarda o que te foi confiado, evitando os falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam, pois alguns, professandoo, se desviaram da fé. A graça seja convosco.[4]

Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior.[5]

Primeira Panela de morte

Ira ou Irritação

Pregadores, ministros de louvor, facilitadores – que falam a Palavra  de Deus, falam a pecadores em geral. Esse fato dá a eles a presunção [6]de que para se emendarem de vida, é preciso “brigar” com eles. Assim como o trabalho de emendar as redes rompidas é delicado, conduzir pecadores ao arrependimento também o é. “Eles têm que ouvir o que eu estou falando”.

Não podemos ser tóxicos ao ministrar a Palavra de Deus. A ira e a irritação são entidades químicas capazes de causar dano a um sistema biológico, alterando uma função ou levando-o à morte, sob certas condições de exposição.7 Tóxicos voláteis podem ser os mais lesivos e letais, pois atingem uma vasta área e seu alcance é muito eficaz. Nossa metáfora lembra que a volatilidade da comunicação está na sua propagação pelas palavras. É um monomotor pulverizando um campo.

Há uma brutal diferença entre um pregador apaixonado, que tem a habilidade de inspirar sua congregação para o amor e a pureza e um pregador irado que é capaz de formar uma milícia de “sindicalistas protestantes”, em busca dos seus “direitos”.

Uma característica desse estado de alma do pregador é que ela se torna mais visível quando ela está mais enraizada no seu íntimo. Já verificamos em casuísticas próprias no passado, que quando um pastor começa a destilar veneno sobre seu povo, está prestes a arruinar seu ministério e uma destruição dos valores congregacionais se avizinha de uma catástrofe. 

Uma das causas de facção em igreja é a atitude beligerante do pregador, que cria dois polos na congregação; ao norte, os “zelosos”; ao sul, os “complacentes”. Pode chegar uma fatal divisão.

De onde procede essa atitude de aspereza? Pode ter como etiologia[7] feridas profundas mal tratadas; heranças familiares não abandonadas e outras causas.

Segunda Panela de morte

Arrogância

Em vez de arrogância, o pregador pode buscar os valores do salmista, como veremos à frente. 

Uma breve estória. 

Dois amigos estavam na fila de espera em um muito concorrido restaurante. As pessoas, ao que parecia, estavam demorando mais do que necessário nas mesas. A impaciência aumentava a cada minuto. De repente um dos amigos disse ao outro:

  • Por que você não chama o maitre e diz para ele quem você é (era uma celebridade).

Este replicou ao amigo:

  • Se eu disser a ele quem sou eu, acabo deixando de ser quem sou.

Nós, pastores temos uma avidez em dizer quem somos. Fazemos isso muitas vezes indiretamente, contando onde estivemos; com quem estivemos; quem vimos no avião; quem ligou para a gente. Nesses casos passamos de pregadores para atores, ou hipócritas.[8] A arrogância é multifacetária.

Uma das faces da arrogância é vista no comunicador que se coloca como herói, o astro, o cara. Essa manifestação é também evidenciada quando ele se coloca como quem sabe tudo e tem sempre uma resposta pronta denotando que ele é o único que sabe; que acabou de descobrir a pólvora. Ficar contando dinheiro perto dos pobres e lendo seu currículo perto dos ignorantes são atitudes muito desagradável.

Outra face da arrogância é manifesta quando se recusa a uma preparação adequada de sua mensagem, julgando-se autossuficiente e presumindo que é tão íntimo de Deus ao ponto de receber dele direta e instantaneamente os segredos que só ele tem para transmitir a seus pacientes.

Ainda, a arrogância é muito notada quando o pregador usa jargões ou linguagem chula com o fim de impressionar. Isto é bom para as pessoas ficarem sabendo o quanto ele é inteligente. Mas é melhor ainda para alienar a sua congregação.

Também, a arrogância é manifesta quando o pastor lança uma visão irresponsavelmente; fora de toda a realidade e possibilidades. Faz isso para mostrar que é “ousado pelo Senhor.” Tudo muito bonito; tudo muito tóxico. Nada melhor para danificar a alma, tanto de si mesmo, como do seu povo, como a arrogância.

Seria preferível seguir a atitude do salmista:

SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.[9]

Arrogância é como a halitose; todos percebem, menos quem tem. Circunstancialmente, todos têm, mas não admitem. É uma situação biológica de grande repercussão social. Afastamento. Às vezes o pregador, ou o professor não sabe qual a causa de rejeição de sua palavra, mas seu auditório logo se posiciona na defensiva, pois todos veem no ar a arrogância.

Terceira Panela de Morte

Sarcasmo

Sarcasmos é falar com amargura, como que cortando a carne das pessoas. O prefixo da palavra é sarx, que em Grego significa carne, que é a totalidade do corpo, funcionando como uma entidade responsável pelo processo da manifestação do mal, do pecado.

Então, sarcasmo é uma forma de falar que ataca as pessoas de forma indireta, desprezando; fazendo ilações; inferências; subestimando e se colocando sempre sobre ou acima dos outros. Uma figura de linguagem muito usada pelos sarcásticos é a ironia. Como por exemplo:  Uma pessoa no auditório se levanta e sai. O pregador se irrita e, então diz, “Essa igreja só tem gente educada, ninguém sai enquanto alguém está falando”. Ou, então, para solicitar a atenção, diz, “Quando um burro fala, os outros murcham as orelhas! ” 

Em geral, quem faz isso, logo percebe quão infeliz foi e, em vão procura reparar o dano, e, acaba fazendo-o mais evidente. Justificativas sempre avultam fiasco e o desconforto de todos. O interesse, a atenção, o respeito dos ouvintes, tudo foi destruído. Conduta tóxica, não? 

Nossa instrumentação é a palavra e, somos exortados a uma maneira apropriada de falar, como vemos:

…apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem.

Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão.[10]

Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.[11]

Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino, mostra integridade, reverência, linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado, não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito.[12]

Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze.[13]

Como educadores, pastores, ministros de louvor somos desafiados a desenvolver um padrão de comunicação verbal e não verbal que significa o que realmente deva significar, e nunca usando de ambiguidades, meias palavras, colocações dúbias, críticas, banalizações, desprezos. 

Sarcasmo é um expediente que não comporta o conceito de encorajamento de uns aos outros. Será que nossa comunicação tem sido consoante com o que Paulo assevera na sua carta aos Tessalonicenses?

Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.[14]

No Novo Testamento temos ao menos duas categorias de palavras, quanto ao caráter:

Uma categoria: torpe

Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.[15]

…nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas esses inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças.[16]

Outra categoria, “temperada com sal”

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um.[17]

Para conservar alimentos, com destaque para carnes, usava-se o sal, pois não se dispunham de refrigeradores, como hoje. Essa imagem da vida cotidiana, revela a diferença entre torpe e temperada. Torpe é o estado da carne armazenada sem sal depois de três dias; temperada, é a carne salgada, que está conservada. Cheiro bom! 

Quarta Panela de Morte

Envergonhar

Uma das mais cruciais tarefas do pastor é como conclamar seu rebanho a participar ativamente em todas as frentes da congregação – assiduidade, generosidade, social, missões e outras.

O Líder avalia que há pouca participação e deveria ser muito mais. Presume que essas omissões ou negligências sejam contra si, como se ele fosse um dono de algo. Sente-se ofendido. Desencorajado. Aí ele pode iniciar uma escalada negativa, que vai desde sua primeira observação até as mais terríveis apelações. Assim, envergonha seu povo.

Condenar os “pecadores” é a via mais rápida para o pastor perder o coração, não só dos “pecadores” como também, dos “santos”. Quem é o juiz que pode fazer essa classificação e dar esse encaminhamento? 

Se o pastor não acha razoável o nível das contribuições financeiras, é uma boa chance para ele “pregar” Malaquias 3:10 – todo mundo sabe esse versículo de cor e conhece as expressões clássicas que vem dos púlpitos:

“A palavra diz que se você não dizimar, você é um ladrão”! “Os ladrões não entram no céu!” Se você não for fiel, não adianta você ter esse salário que você tem. Você vai gastar tudo na farmácia!” 

Evidentemente, o pastor fiel, zeloso e humilde deverá confrontar o pecado, sim, mas sempre é possível ministrar de forma a encorajar ao invés de envergonhar. É possível exalar as virtudes sem comprometer a verdade e sem humilhar as pessoas.

Envergonhar pode ser através de uma “alfinetada” ou uma crítica indireta, em conversas de pequenos grupos depois dos cultos, na porta da igreja. Se o pastor fala mal de um “pecador” que não está ali naquela “rodinha”, as pessoas presentes concluem que ele falaria mal delas também, oportunamente. Seja como for, envergonhar os membros da congregação é destilar tóxico sobre o rebanho.

Se algo desastroso aconteceu com alguma família no rebanho, não seja isso matéria de púlpito; nem para condenar, nem para justificar. Às vezes um pedido de oração pode ter a conotação de trazer à lembrança, o infortúnio dos outros. Isso envergonha. Envergonhar é abuso de autoridade. Se a família do pastor tem sido “um bom testemunho” perante a congregação, não seja isso caso de “manchete” feita pelo pastor.

Ser discreto é melhor que ter fama. “

Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”.[18]

Envergonhar é destilar veneno mortífero. Não é nosso papel. Deus nos chamou para a honra.

Conclusão

Para prejuízo do Reino de Deus e para o empobrecimento do ministério, essas situações e várias outras, são encontradas em púlpitos, salas de aula, grupos de estudos, equipes de louvor, e outros.

Contudo, Deus nos chamou para coisas melhores e pertencentes à honra e ao bem comum. Todos estamos em processo de aperfeiçoamento, e não podemos parar.

[1] Isaías 50:4

[2] Jeremias 23:28

[3] Mateus 12:34,35

[4] 2 Timóteo 6:20,21

[5] 2 Timóteo 2:15,16. (Manejar bem: habilidade do cirurgião no uso do bisturi para não danificar tecidos adjacentes).

[6] Emendar é a mesma palavra usada em Mateus 4:21, para consertando as redes, – Bible Hub. Disponível nas mídias.

[7] Etiologia é um ramo de estudo destinado a pesquisar a origem e a causa de um determinado fenômeno. A etiologia está presente em diversas ciências diferentes, como a psicologia, biologia, criminologia, antropologia e etc. (Disponível nas mídias).

[8] Hipócrita, vem do grego hypokrinein, que designava, na antiga Grécia, os atores de teatro, pois durante as apresentações eles fingiam ser outras pessoas (Disponível no Dicionário Etimológico – on line).

[9] Salmo 131.

[10] Tito 1:9 e 10.

[11] Tito 2:1.

[12] 2 Timóteo 2: 7 e 8.

[13] Tito 2:15

[14] 1Tess. 5:11

[15] Efésios 4:29

[16] Efésios 5:4

[17] Colossenses 4:6

[18] Tiago 4:6